Gargalhada Final – Críticas

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“Um toque de Fellini na “Gargalhada Final”

(Jornal do Brasil, Carlos Fonseca, 19.6.79)

 

“Como é bom assistir a um espetáculo que ao mesmo tempo diverte, emociona, comove, dá o recado…” “Gargalhada Final” é um filme muito bom e que deve ser prestigiado pelo grande público…”

(Jornal do Brasil, Carlos Fonseca, 22.6.79)

“Gargalhada Final” é de longe o melhor filme deste ano, e um dos melhores que apreciei em toda minha vida”  “…é uma verdadeira lição de cinema”.

(Tribuna da Imprensa, Visconde de Tivicus, 25.6.79))

 

“…um dos bons filmes brasileiros do ano”.

(Tribuna da Imprensa, Carlos Alberto de Mattos, 23/24.6.79)

“Quando o filme acaba, é como se despertasse de um sonho, do qual quanto mais se acorda e mais obstáculos surgem, mais ele cresce dentro de nós”.

“… uma peça importante na defesa de um cinema cada vez mais livre, pessoal e compromissado apenas com seu humanismo…”

(Jornal do Commércio, Lilian Nabuco, 22.6.79)

“Narrado com emoção e sensibilidade, interpretado com garra e talento por Fregolente e Stepan Nercessian, o filme tempera amargura com emoção e ternura, sem sentimentalismo indefensável”.  “A carreira de Xavier de Oliveira é exemplar pela coerência, integridade e sensatez nos quatro longas-metragens que realizou até agora”

(O Globo, Fernando Ferreira, 19.6.79)

“…uma estrada felliniana”.

(O Pasquim)

 

São Paulo

“…Xavier de Oliveira é um dos nossos melhores cineastas, realizador, dotado de sensibilidade e criatividades suficientes para sejam que transpostos à tela alguns dramas essenciais vividos pelo ser humano”.

(Jornal do Comércio, Hélio Nascimento, 9.7.79)

 

“…suas personagens possuem características simples e objetivas. Seus anseios são universais: apenas um sentido maior para esse louco mundo que sufoca o que há de melhor em todos, a simples vontade de viver dignamente”. “Xavier de Oliveira é um dos diretores mais lúcidos da geração dos anos 7O”.

(Diário do Grande ABC, Heitor Capuzzo, 28.3.198O)

 

“O derradeiro trabalho de Fregolente e um dos filmes mais conteudisticamente empenhados de Xavier de Oliveira”.

(O Estado de São Paulo,   Rubem Biáfora, 16.3.8O)

 

“Gargalhada Final” não é um filme para os dias de hoje, é para amanhã, se houver um dia em que possamos respirar em paz e olhar o passado, com nostalgia, infelizmente”.

(Folha da Tarde (ilustrada), Marcos Vinicio, 19.3.8O)

 

Porto Alegre

“Com “Marcelo Zona Sul”, “André a Cara e a Coragem” e o “O Vampiro de Copacabana” — seus três longas metragens anteriores — Xavier de Oliveira firmou conceito como um dos mais importantes e sensíveis realizadores brasileiros da atualidade”

(Folha da Tarde, Ivo Egon Stigger, 9.7.79)

 

“Gargalhada” é uma alegoria sobre a esperança e a salvação através da arte”.  “Gargalhada Final” emociona pela sua piedade pelo ser humano”

(Correio do Povo, Sucursal do Rio de Janeiro, Seth Mydans, 8.7.79)

 

“…sua temática continua a mesma: o homem só, sem recursos e sem chances de levar adiante seus sonhos”. “Xavier de Oliveira realiza poéticos romances. É um contador de histórias dos infelizes, dos marcados, dos românticos, e daqueles que, na sua miséria, descobrem a grandeza humana revelada ao espectador em tom de humildade e experiência”.

(Jornal de Cinema, S. Lerrer, junho de 79, nº 1)

 

“Com seus três filmes anteriores — “Marcelo Zona Sul”, “André a Cara e a Coragem” e “O Vampiro de Copacabana” — Xavier conquistou a fama, justa, de ser um realizador sensível e inquieto, cineasta preocupado em estudar e reflexionar os valores e comportamento da sociedade brasileira”.

(Correio do Povo, Ivo Egon Stigger, 12.7.79)

 

Curitiba, Paraná

“…é o filme em que Xavier foi mais feliz até agora na realização dessa proposta de reflexão”.  “Quem admira o cinema brasileiro não pode deixar de ver este filme…”

(Diário do Paraná, Francisco Alves dos Santos, 12.3.8O)

 

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